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Avaliação Tridimensional do Movimento, utilizado por atletas, está disponível para todos

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Avaliação Tridimensional do Movimento, utilizado por atletas, está disponível para todos

Com o objetivo de auxiliar no diagnóstico de inúmeras patologias e das dores que afligem milhares de pessoas com problemas nos pés e em caminhadas e corridas, a avaliação tridimensional do movimento é um moderno exame que é muito utilizado para avaliação de dores nos pés, na coluna e nos membros inferiores e superiores. Trata-se de um exame indolor, não invasivo e de alta precisão, que está disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • Esse exame é muito utilizado por atletas de alto rendimento, mas está disponível para qualquer um, seja a pessoa uma atleta amadora, seja para quem quer voltar a praticar atividade física ou para portadores de deformidades posturais e nos pés ou aqueles que sentem dores na coluna e membros inferiores e superiores – afirma o fisiatra e reumatologista Antônio D’Almeida, do CREB.

O médico explica que dores constantes na coluna, no quadril, joelho, tornozelo ou no pé podem ser consequência de algum problema nos pés. Daí a importância desse exame:

  • Além da avaliação do pé em repouso, contamos com um aparelho de alta sensibilidade que também permite avaliar o paciente em movimento, de forma dinâmica, medindo as variações das pressões durante a marcha e até durante a corrida. Essas possibilidades do aparelho dão informações valiosas a respeito da performance dos pés durante a marcha e que não são normalmente observadas nos consultórios médicos e avaliações físicas habituais, já que o pé se comporta de forma diferente se estiver parado, andando ou em rápido movimento. O exame localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração precisa da pressão exercida sobre cada um destes pontos – explica o Dr. Antônio.

Aumenta o número de crianças e adolescentes com tendinite

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A inflamação nos tendões, chamada de tendinite, tem se tornado mais comum entre crianças e adolescentes nos últimos anos

Os casos de Tendinite infantil podem ser classificados em dois grupos: jovens que se envolvem em atividades físicas de forma intensa, levando a sobrecargas, e aqueles que são sedentários.

O primeiro grupo é formado por crianças e adolescentes que praticam esportes com frequência elevada, muitas vezes para preencher seus horários ou devido à pressão para realizar muitas atividades, resultando em acúmulo de energia. Essa intensidade de prática pode levar ao desenvolvimento de tendinites, especialmente nos ombros e cotovelos – comum em esportes como tênis e beach tennis – além de afetar quadris, joelhos e tornozelos, especialmente em atividades como futebol, balé, ginástica e dança.

O segundo grupo inclui crianças e adolescentes que não realizam atividades físicas suficientes para manter um gasto calórico saudável. Nesses casos, o uso excessivo de dispositivos como computadores, tablets e celulares pode resultar em posturas inadequadas, levando a inflamações nos tendões, como tendinites nos cotovelos, punhos e mãos.

Pesquisas da UFMG, com uma amostra de 6 mil pais de crianças e adolescentes, revelaram que o uso excessivo de celulares aumentou durante e após a pandemia. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças pequenas (de 2 a 5 anos) usem dispositivos por no máximo uma hora por dia, enquanto jovens entre 11 e 18 anos não devem ultrapassar três horas diárias.

Em decorrência disso, observa-se um aumento na incidência de tendinite em pacientes mais jovens devido ao tempo excessivo de uso de telas, e esse grupo ainda está em fase de crescimento e desenvolvimento cognitivo. De maneira geral, a mudança provocada por novas tecnologias, como tablets e smartphones, é uma explicação para o aumento dos casos de tendinite.

Nas décadas de 1970 e 1980, o uso de máquinas de escrever, que exigiam o uso de todos os dedos, promovia uma postura mais adequada. Naquela época, havia até cursos para ensinar a equilibrar as mãos durante a digitação, utilizando corretamente todos os dedos, tendões e músculos.

Atualmente, o polegar é o dedo mais utilizado para digitar em tablets e smartphones, e sua estrutura anatômica não oferece o mesmo suporte que os outros dedos, o que pode resultar em tendinites e desgaste nas articulações, conhecido como artrose. Os principais sinais de tendinite incluem dor e limitação de movimento. No início, a rigidez, dificuldades de mobilização, apoio e força podem ser indicativos de inflamação nos tendões. Essa condição é comum em jovens de 7 a 15 anos, frequentemente associada ao uso inadequado de tablets (em relação à postura) e ao excesso de atividades esportivas.

Uma vez identificada a causa, é fundamental dialogar com a criança e os pais, buscando atividades que ajudem a aliviar a inflamação e não agravem a dor. Para os pacientes sedentários, o método RPG (Reeducação Postural Global) é recomendado, pois ensina a manter uma postura adequada nas atividades diárias.

Além disso, a fisioterapia e exercícios de alongamento antes e depois de atividades físicas intensas são boas opções de tratamento para o sedentarismo. Para aqueles que praticam esportes em excesso, o ideal é regular a frequência das atividades ao longo da semana, prevenindo lesões e o desgaste acelerado das articulações.

Marque a consulta do seu filho no CREB para avaliar melhor o caso e terapias para tratamento.


Acupuntura alivia a dor e é aliada em diversos tratamentos

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A acupuntura é utilizada milenarmente pela medicina oriental, e ganha um espaço cada vez maior no ocidente também, em tratamentos dos mais diversos e alivio da dor.

Para quem não conhece, trata-se do uso de agulhas com espessura de um fio de cabelo, que são aplicadas sobre pontos pré-determinados do nosso corpo, por um especialista que se formou no assunto.

“A acupuntura provoca uma neuromodulação de tudo que envolve o sistema nervoso central e periférico da pessoa. Além de trazer o alívio da dor, essa técnica milenar atua sobre a hipertensão arterial, transtornos do sono, síndromes de equilíbrio, asma, alergias, refluxos gástricos, disfunção erétil, incontinência urinárias e muitas outras patologias”, explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia  e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.

O médico do CREB pontua que a acupuntura só deve ser feita por profissional habilitado. Reconhecida como especialidade médica no Brasil desde os anos 80, a acupuntura ganha cada vez mais espaço e no CREB é utilizada em diversos protocolos, com muito sucesso. “Há vários estudos que comprovam que a técnica é uma importante aliada na recuperação dos pacientes em diversos tratamentos, além de atuar diretamente sobre a dor, aliviando-a”, diz o Dr. Haim Maleh.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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